Com arrastão de obras, Iris “complica” prefeitos que pensam em reeleição em Goiás

A forma mais comum se de medir o sucesso de uma gestão pública é usando a régua da comparação. É através da análise de dois trabalhos que pode-se distinguir se houve sucesso ou não em um projeto. Em muitas vezes é isto que o eleitor faz quando observa projetos e candidatos a cargos executivos.

Ultimamente, uma máxima vem tomando conta da política: a ideia de que a inércia de uma crise nacional vem impedindo que gestores atinjam grandes resultados. “Ninguém está fazendo nada”, costuma ser um mantra repetido em prefeituras e até mesmo setor de governos estaduais. Isto ajudaria a nivelar por baixo a apresentação de resultados em prefeituras e, até mesmo, aumentar a tolerância pela crítica de adversários.

Prefeito de Goiânia, Iris Rezende vem quebrando este pensamento comum. Com um grande rol de obras em andamento e a seleção de 10 projetos de grande porte como prioridade para entrega em 2020, ano de eleição, o veterano prefeito emedebista não somente larga muito à frente dos adversários, como também cria um “problema” para seus colegas prefeitos em outras cidades goianas.

Isto porque muitos estão pensando em reeleição, mas em compasso de espera de alguma verba do governo Bolsonaro ou mesmo de alguma parceria do Governo de Goiás. Têm, até agora, pouco a apresentar em volume de obras e ações. Até o momento, estes gestores tinham ao seu lado o discurso de que “não estamos fazendo porque há uma crise e ninguém está fazendo nada”.

Iris, no entanto, deve, até 2020, criar uma quebra neste discurso ao novamente transformar o horizonte estrutural de Goiânia com diversas obras.

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