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Influenciadora Suellen Carey explica como funciona lingerie desenvolvida para mulheres trans

Tema ganhou destaque nas redes sociais durante debates do Dia Internacional da Mulher e levantou discussões sobre inclusão e diversidade na moda íntima.

10/03/2026 14:26
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Influenciadora Suellen Carey explica como funciona lingerie desenvolvida para mulheres trans

O mês de março, marcado pelo Dia Internacional da Mulher e por debates sobre representatividade feminina, levou a influenciadora Suellen Carey, de 37 anos, a abordar nas redes sociais um tema ainda pouco conhecido fora da comunidade trans: como funciona a lingerie desenvolvida especialmente para mulheres trans.

A influenciadora contou que decidiu falar sobre o assunto após receber uma peça íntima de presente. Apesar de ter agradecido pelo gesto, ela percebeu que a pessoa que deu o presente desconhecia um detalhe importante: nem toda lingerie feminina é pensada para atender às necessidades de corpos de mulheres trans.

Segundo Suellen, muitas pessoas acreditam que qualquer modelo de lingerie feminina serve para todos os corpos, mas isso nem sempre acontece.

“Muita gente imagina que toda lingerie feminina funciona da mesma forma, mas existem peças específicas pensadas para mulheres trans”, explicou a influenciadora.

Peças desenvolvidas para maior conforto

De acordo com Suellen Carey, algumas marcas de moda íntima desenvolvem lingeries com modelagens e tecidos diferenciados para oferecer mais conforto e adaptação ao corpo.

Essas peças costumam ter estrutura específica, maior sustentação e um design pensado especialmente para mulheres trans que não passaram por cirurgia genital, garantindo melhor ajuste e segurança no uso diário.

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Debate sobre inclusão na moda

Após comentar sobre o assunto nas redes sociais, Suellen afirmou que recebeu diversas mensagens de seguidoras interessadas em entender melhor como funciona esse tipo de lingerie.

Para a influenciadora, a situação acabou abrindo espaço para ampliar a discussão sobre inclusão e diversidade dentro da indústria da moda íntima.

“Quanto mais falamos sobre isso, mais as pessoas entendem que existem diferenças entre os corpos e necessidades específicas”, concluiu.

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